A CTG organiza uma jornada em duas fases: primeiro, estrutura uma garantia temporária para liberar liquidez; depois, prepara a empresa para um funding estruturado de longo prazo — com documentação, governança, compliance e monitoramento.
O empresário olha para a fazenda, o prédio, a indústria, o frigorífico ou o empreendimento e sabe que ali existe valor. Mas o mercado financeiro internacional não enxerga apenas valor.
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Duas fases, dois instrumentos com funções diferentes — a CTG/PHL e o PFAI: a primeira cria velocidade; a segunda busca estabilidade e estrutura.
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Em geral, a estrutura faz mais sentido para ativos de valor relevante — normalmente acima de R$ 100 milhões e, em muitos casos, acima de R$ 150 milhões, dependendo da estrutura, documentação, localização e risco. A faixa é referencial de perfil, não um corte rígido.
A liquidez só cria valor quando entra em uma empresa preparada para executar. É a etapa PFAI — Project Finance Assets Investment: modelagem patrimonial, plano de negócio, valuation, compliance, auditoria, governança, rating, seguro, monitoramento e reporting.
Em operações estruturadas, a liberação do capital deve acompanhar marcos físicos, financeiros e documentais — o avanço do projeto, o uso dos recursos e a governança — evitando uso desordenado dos recursos.
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O primeiro passo não é contratar funding. É entender se o seu ativo tem valor, documentação e estrutura suficientes para entrar em uma análise séria.
Faça seu cadastro na plataforma e registre a documentação do ativo diretamente no sistema. Assim que os documentos estiverem organizados, você envia tudo online — sem etapas presenciais.
Análise sujeita à documentação, due diligence, validação jurídica, risco, compliance e aprovação. Nenhuma condição financeira é garantida antes da análise.